Na última quinta feira a juíza Shira Scheindlin tirou um peso das costas da escritora J.K Rowling, negando um suposto plágio do livro "Willy the wizard' de Adrian Jacobs ( escrito dez anos antes de sua morte em 1997, mas mesmo assim teve o número de vendas limitado ), sendo copiado por "O cálice de fogo" (escrito em 2000 ) em sua idéia central,incluindo a competição entre bruxos.
O processo estava na justiça desde 2009, sendo movido pelos parentes de Adrian Jacobs, que exigiam 586 milhões de euros de compensação, o que causaria um pequeno desconforto à J.K Rowling, sendo dona de uma fortuna avaliada em mais de 650 milhões de euros.
Mas como não desconfiar?: o manuscrito de "Willy the Wizard" foi entregue a Cristopher Little, um agente literário da mesma editora (Bloomsbury Publishing ) que trata atualmente da série Harry Potter, o folheto de Jacobs de 36 páginas também envolve a crônica de um garoto que descobre seus poderes e ainda existe um trem escolar de alunos bruxos.
Mas a decisão não foi nem de nenhum fã ou crítico, foi da juíza de Nova York, que concluiu: “Na verdade, uma leitura dos trabalhos confirma inequivocadamente que eles são distintamente diferentes tanto em conteúdo quanto em estilo, e no final provocam reações viscerais muito diferentes em seus leitores. O contraste entre o conceito total e o sentimento dos trabalhos é tão inflexível que qualquer comparação séria entre os dois é um esforço de credulidade”, escreveu.
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